sexta-feira, 23 de setembro de 2011


Ela pegou o guardanapo molhado e manchado de maquiagem...
Escreveu, dobrou e entregou pra ele junto com a caneta.
Sorriu, um sorriso doído mas aliviado.
Equilibrou-se nos saltos, disse pro garçon que o rapaz ali pagaria a conta
 e saiu pela porta do restaurante, sumindo entre a multidão de guarda-chuvas.
Ele desdobrou o papel, ainda em transe com aquela sequência de acontecimentos.
 E leu: "amor não resiste a tudo, não...
Amor é jardim e as vezes enche de erva daninha..."

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